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domingo, 29 de abril de 2012

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Estou bem apesar de tudo. Com o tempo a gente aprende a seguir, a sorrir, a viver sem depender de ninguém. Mas saiba, você me proporcionou muitos momentos bons, muito amadurecimento e muitos sentimentos nunca sentidos por mim. É, você despertava em mim sentimentos INACREDITAVELMENTE ternos. Bobagem minha dizer despertava, né? Convenhamos que ainda desperta. Algo como um carinho espetacularmente maior. Não sinto nem um pouquinho de raiva, pelo contrario, depois de um tempo a gente entende que ninguém é de ninguém e que o que é pra ser, é. Acho meio piegas ficar escrevendo sentimentos, mas a gente escreve sentimentos o tempo todo, mesmo que não estejamos de fato escrevendo. Ando feliz, não rindo a toa, mas feliz comigo mesma. Feliz por saber que Deus me deu um anjo que me acompanhou durante um tempo. Mesmo que esse tempo pra mim tenha sido curto. Rápido. Ir atrás é muito. Deixo pro destino cuidar do nosso reencontro. E sei que se ele me proporcionou um encontro em uma noite qualquer (noite tal que jamais irei esquecer) ele irá de achar um jeito de fazer com que a gente se encontre em um dia qualquer. Lhe agradeço, porque pedir desculpas eu não peço mais. Já pedi demais. Lhe agradeço pelo que você é, assim, simples. E complexo, que me fez mudar, remudar, tremudar só pra satisfazer os seus desejos, mas lhe agradeço por isso também, essas mudanças foram ótimas pra minha vida nada social. Espero que com o tempo você mude e se torne cada vez mais amável. Mas do que você já era, já é. Se eu for entrar nesse assunto não acabo mais o meu humilde texto, porque até seus defeitos me agradam. Passaram junhos,julhos, agostos, setembros e sempre lembro e lembrarei da nossa primeira conversa. Sensível ou sensitiva? Até hoje eu não sei qual foi o final. Eu sentia que havia te reencontrado. Mesmo que nunca tivesse te conhecido. Desencontros são desencontros, mas os REENCONTROS… Ah como são bons. Sem mais delongas para o texto não ficar clichê, seja feliz. Tentarei por aqui. Mas saiba, você me fez feliz. Mais do que qualquer outro. Mais do que qualquer outra coisa. Você foi você, eu fui eu e mesmo assim nos amamos e se de fato foi verdadeiro eu tenho certeza que nossos caminhos ainda se cruzam. Então vou te abraçar e nunca mais largar. Nem deixar que o vento te leve pra longe de mim. Mas se não foi verdadeiro, seremos felizes. Sozinhos.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Se um dia alguém me ver correndo atrás de algum homem, pode ter certeza de que ele roubou meu copo.

Um brinde à mim, que já passei por tanta merda e continuo aqui, de pé.

meu eu ...

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Percebi que em meio as nossas despedidas você sempre diz “se cuida”, e me dá um aperto no coração. Um aperto de não querer te deixar ir ou eu ir, de querer ficar mais e jogar conversa fora, ou então ficar só por ficar. Tá que nem sempre tínhamos papo, mas até com o nosso silêncio eu me contentava. Muitas vezes me incomodava, mas também me confortava. E sempre que começávamos a nos despedir, e você vinha com aquele papinho de “se cuida”, minha vontade era de gritar “FICA MAIS UM POUQUINHO PRA ME CUIDAR!”. Mas eu nunca dizia nada, e no fim morria de saudade.
       Você é bonita. Bonita não, linda. Linda não, MARAVILHOSA. É, você. É de você mesma que estou falando. Tá que você tem lá seus defeitos, mas olha só pra suas qualidades que incríveis. Tudo bem que seu cabelo não é como nas propagandas da TV, seu corpo não é igual de nenhuma top model, e suas roupas não são como as do São Paulo Fashion Week .Mas e daí? Pra que um cabelo perfeito, se você já conquistou milhares de pessoas com seu sorriso? Pra que um corpo perfeito, se ganhamos as pessoas inteligentes com um bom papo? Pra que roupas perfeitas, se o bonito é quem você é por dentro e não por fora. Pra que? Quando você não se sentir amada, olhe para o espelho e veja a única pessoa capaz de lhe proporcionar felicidade. Você, você e você. E logo repito: “Você é bonita. Bonita não, linda. Linda não, maravilhosa. Maravilhosa não, PER-FEI-TA.
Já ouviu aquela frase “Quem vive de passado é museu?” Tô achando que sou um museu. Não sei esquecer, deixar pra lá, e largar de lado aquilo que tanto me marcou. E isso acaba sendo um problema. Problema que não me deixa seguir em frente sem dar aquela leve espiadinha lá atrás. Complicado. Tão complicado que chega a ser um defeito. Um defeito chamado “se importar”. Tá que se importar não é um defeito, mas passa a se importar demais pra você vê a merda que acontece. Não consigo me importar pouco, ou na medida certa. Sempre exagero. Se eu me importo, me importo demais. Pra caralho. Em excesso. Na verdade, eu queria saber como esquecer. Por onde começo? Poetas pediriam uma dose de amnésia. Já os jovens, não se contentariam com um pouco, então pediriam litros e mais litros. Agora eu? De tão exagerada que sou, pediria um tonel mesmo. Só assim pra poder esquecer, eliminar, deletar de vez sem direito a restauração. Mas eu não precisava esquecer, e sim desapegar. Pro-ble-ma-ço. Ainda não fiz a matéria “desapego”, e se fiz, tenho quase certeza que reprovei. Até hoje não aprendi, não sei, não decorei. O que é uma pena. Mas quer saber de uma coisa? Tô achando que não sou museu não. Museu ganha pra viver de passado, já eu, pago até hoje por isso.

Corajoso fui eu, que amei, mesmo sabendo que o risco de me machucar seria grande.





Sabe esse lance de “cair e levantar” ? Então, ultimamente to vivendo baseado nisso. Um dia lá em baixo, noutro lá em cima, caindo e levantando, errando e aprendendo. Passei a acreditar mais em mim, descobri que eu tenho capacidade, e que ninguém vai correr atrás dos meus sonhos por mim, acordei pra vida, cansei de ser aquela pessoa ingênua que confiava em todos, acreditava em tudo que diziam. Agora só quero seguir meu rumo, e trilhar meu destino, sem interdições, sem falhas.”                                                           

''Tamo Junto...''

Eu tenho as minhas loucuras ...

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quinta-feira, 19 de abril de 2012

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 Toda vez que pedem para que eu me defina em uma só palavra, eu me defino como “ambígua”. Sim, ambiguidade me define bem. Eu sou forte, mas há situações que sugam minhas forças; eu sou fria, mas sei entregar meu coração àqueles que pedem com jeitinho; eu sou enigmática, mas em certos casos sou tão previsível; eu sou grossa, mas existem tons de voz que despertam toda a minha educação; eu sou uma menina, que as vezes pensa como uma mulher, em outras tudo que deseja é um colo; eu sou pé no chão, mas certas pessoas me fazem sonhar alto; eu sou fútil e ao mesmo tempo tão preocupada com a sustentabilidade do planeta; eu penso como um homem mas sinto como uma mulher; eu já falei mal de alguém que eu gostava, mas odeio falsidade; eu já falei que ia voltar às 08:00 e voltei ás 12:00, mas odeio mentira; eu já fui feliz e triste ao mesmo tempo; eu já senti raiva e perdoei; eu já perdoei e não esqueci; eu já quis ser de um só, e ao mesmo tempo de todo mundo; eu já sorri chorando e já chorei sorrindo; eu já disse adeus querendo ficar… E sabe o que eu penso? Que para ser feliz, não precisamos marcar somente uma das alternativas. Seja ambíguo sempre que puder, e limite-se o mínimo possível.

Não dependa de ninguém para seguir em frente…

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Pare de tanta mentira e vamos para a verdade. Pare de achar que sou tola e não percebo as coisas.

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Não há arrependimentos na vida, e sim lições a serem aprendidas.


  Não quero demonstrar o que ando sentindo, não quero ser fraca e deixar transparecer como e triste sentir esse sentimento por você e saber que você não sente o mesmo. Ao mesmo tempo em que te quero, eu não quero é complicado eu não queria sentir isso mais não consigo. Pois uma hora estou bem mais ai depois tudo volta, me sinto fraca e isso e o que mais me consome. Nunca imagine que algo poderia doer tanto, eu sempre fui tão dona de mim ai venho você e mudou tudo isso. Sabe eu agora só queria que tudo isso estivesse longe de mim, queria pode respirar sem essa coisa que me sufoca.

A vida é uma loucura...